A Educação Sexual foi definida no Relatório Preliminar do Grupo de Trabalho de Educação/Saúde, como um processo pelo qual se obtém informação e se formam atitudes e crenças acerca da sexualidade e do comportamento sexual. (http://sitio.dgidc.min-edu.pt/saude/Documents/GTES_RELATORIO_FINAL.pdf)
A Lei nº 60/2009 de 6 de Agosto, estabeleceu o regime de aplicação da Educação Sexual em meio escolar. É objecto de inclusão obrigatória nos projectos educativos dos agrupamentos escolares.
A Educação sexual deve ser aplicada a cada nível de ensino e a cada turma, não devendo ser inferior a seis horas para 1º e 2º ciclos do ensino básico, nem inferior a doze horas para o 3ºciclo do ensino básico, distribuídas de forma equilibrada pelos diversos períodos do ano lectivo.
Na nossa escola, elegeram-se os afectos como ponto de partida para as diversas actividades que irão ser desenvolvidas ao longo do ano. Com a projecção da belíssima história "Grávida no Coração" pretendeu-se promover uma reflexão sobre a importância da demonstração dos Afectos - uma Educação para os Afectos - direccionada para o significado das interacções emocionais.
Dos futuros trabalhos e actividades que irão ser desenvolvidos nesse âmbito daremos notícias ao longo do ano lectivo. Deixamos, de seguida, algumas das frases mais marcantes da história...
-Mãe, gostas de mim?
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-Gosto de ti até ao céu, meu filho...
--Mãe, se eu tivesse estado na tua barriga, gostavas mais de mim?
--Não, meu filho, porque haveria de gostar? Tu estiveste dentro de mim, no meu pensamento e no meu coração...
--Há muitas maneiras de ter filhos: na barriga, no coração…
Nestes últimos dias, encontramos o Natal em cada recanto da E.B.1 de Igreja: nas salas, nas paredes, nas janelas... Graças ao bom gosto e "savoir faire" da professora Irene, o nosso cantinho ficou repleto de pedacinhos de Natal. Vejam!
O Dia Internacional das Pessoas com Deficiência foi assinalado no dia 3 de Dezembro, quando a maioria destes cidadãos continua excluída do exercício de direitos e é discriminada no acesso em condições de igualdade ao ensino, emprego, habitação e transportes.
Na nossa escola, esse dia foi marcado pelo visionamento de uma história - A menina gigante - e por um debate alargado às três turmas, ao que se seguiram alguns trabalhos alusivos ao tema.
Pretendeu-se, não só sensibilizar as crianças para a descriminação de que essas pessoas são vítimas, como também alertá-las para as inúmeras situações do quotidiano em que a não aceitação de qualquer tipo de diferença se possa manifestar.
A história da "menina gigante" retrata com perfeição essa problemática, sobre a qual nos compete levar as nossas crianças a reflectirem e, desta forma, proceder a uma mudança de mentalidades, assente numa Educação pela Igualdade.
De seguida apresentam-se o início da história da Ana Grande e alguns dos trabalhos realizados:
A Menina Gigante
Diapositivo 2
Ana Grande era uma menina que talvez tivesse a tua idade. Que ia à escola, como tu, que brincava no recreio quando chegava a hora, que fazia os trabalhos de casa sem muita vontade, que gostava de ver televisão e que nunca ia tomar banho sem antes inventar mil e uma desculpas para não o fazer. Que gostava de vestidos com flores e de fazer compras no centro comercial. Que fazia birras na hora de comer a sopa. Que protestava, de manhã, quando, no Inverno, tinha que sair da sua cama quentinha para ir para a escola.
Ana Grande, porém, era um bocadinho maior do que tu. Era mesmo muito maior do que tu, do tamanho, mais ou menos, de uma pessoa crescida, embora o seu rosto e os seus modos fossem exactamente iguais aos dos meninos e meninas da idade dela, que é a tua idade.
Ana era tão grande que, nas aulas, tinha que ficar sentada na fila de trás da sala, para não estorvar os colegas que queriam ver o que a professora escrevia no quadro
Tão comprida que não podia jogar às escondidas, nem às caçadinhas, pois nunca conseguia esconder-se sem que uma parte do seu corpo ficasse demasiado visível, nem lhe custava nada agarrar os outros meninos, quando estes tentavam fugir-lhe, visto que lhe bastava dar um passo e esticar o braço para que qualquer um ficasse ao seu alcance.
Na verdade, Ana Grande não só não podia brincar com os amigos da escola, como também se transformou em objecto de maldade dos outros meninos, que corriam à sua volta, gozando-a.
Na escola os meninos apontavam-na de cada vez que alguém fazia uma asneira.
E se a professora, de castigo, lhe marcava mais trabalho de casa, os colegas ainda se juntavam à sua volta para gritarem: “Bem feita!”
Nessas ocasiões, Ana Grande sentia-se triste, confusa e envergonhada. Chorava com a cabeça encostada aos joelhos…
Hoje foi um dia muito especial para os alunos da E.B.1 de Igreja! Foram assistir ao tão aguardado musical "O Feiticeiro de Oz", uma adaptação para teatro, no Rivoli Teatro Municipal, no Porto, um dos mais célebres contos da literatura infantil, escrito por Frank Baum em 1900.
Com um total de 17 cantores, actores e bailarinos no elenco, o espectáculo apresenta um conjunto de personagens que figuram há décadas no imaginário colectivo.
Ao longo de 90 minutos, as canções e letras originais do conto intemporal foram apresentadas com recurso a efeitos especiais e projecções.
A história baseia-se na relação de amizade entre Dorothy - celebrizada no cinema por Judy Garland - e o seu cão Totó. A proximidade entre ambos não agrada aos seus familiares mais próximos, com excepção da avó, pelo que a jovem insiste em fugir de casa, sonhando com um mundo diferente, além do arco-íris, onde todas as histórias têm um final feliz.
O desejo acaba por ser realizado quando Dorothy é levada por um furacão até uma terra encantada, onde conhece seres extraordinários: um Espantalho à procura de inteligência, um Homem-de-lata que gostava de ter um coração e um Leão que precisa de coragem para enfrentar os perigos da selva.
Foi um espectáculo memorável! A não perder!!!
Dorothy e Totó
Espantalho à procura de inteligência.
Homem-de-lata que gostava de ter um coração.
Leão que precisa de coragem.
A bruxa malvada não podia faltar!
Nota: as fotografias dos actores referem-se ao elenco do espectáculo de Lisboa, no Politeama.